Mario Frigéri
Sou Caridade e pertenço à família
Da Esperança e da Fé triunfante
Quando nos chamam, já chegamos antes,
Numa assistência que jamais humilha.
Guardai segredo em vosso coração
De todo o bem que obrais e nele caiba;
Que a vossa mão esquerda nunca saiba
O bem que é feito pela outra mão.
Tanta miséria pelas noites frias
Vou socorres, embora ela se esconda,
Que muitas vezes tenho as mãos vazias.
É tão difícil trabalhar a sós!
Por isso, sempre que fizer a ronda
Perto de vós, quero contar com vós!
Poesia retirada da revista “Reformador” FEB, nº 2.350, de janeiro de 2025.